GRUPO A
ANO | LOCAL | CAMPEÃ | ENREDOS |
1966 | Av. Rio Branco | Feliz Lembrança | Mascarada Veneziana |
1967 | Não houve Desfiles | Não houve Desfiles | Não houve Desfiles |
1968 | Av. Rio Branco | GRUPO A NÃO DESFILOU | GRUPO A NÃO DESFILOU |
1969 | Não houve Desfiles | ||
1970 | Av. Rio Branco | Juventude Imperial | Três Episódios |
1971 | Av. Rio Branco | Juventude Imperial | Os Sertões |
1972 | Av. Rio Branco | Juventude Imperial | Manoel Bananeiro |
1973 | Av. Rio Branco | Juventude Imperial | Zumbi, rei negro dos Palmares |
1974 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | Lendas e tradições da Bahia |
1975 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | Lenda da floresta encantada |
1976 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | Canto à estrela |
1977 | Av. Rio Branco | Unidos dos Passos | Exaltação ao Rio São Francisco |
1978 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | A, E, I, O, Urca |
1979 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | É isso aí nós temos |
1980 | Av. Rio Branco | Partido Alto | Fernão Dias o caçador de esmeraldas |
1981 | Av. Francisco Bernardino | Real Grandeza | Tempo de criança |
1982 | Av. Getúlio Vargas | Partido Alto | Almondegas de ouro – A vida e a obra de Barão de Catas Altas |
1983 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | Magnífico salão imperial |
1984 | Av. Rio Branco | Feliz Lembrança | Eneida – O Pierrot está de volta |
1985 | Av. Rio Branco | Feliz Lembrança | Valongo... A Porta da Cultura Negra no Brasil |
1986 | Av. Rio Branco | Real Grandeza | Princesa de Minas – Uma história real |
1987 | Av. Rio Branco | Feliz Lembrança | Sassaricando |
1988 | Av. Rio Branco | Unidos do Ladeira | Navio negreiro |
1989 | Av. Rio Branco (Sport) | GRUPO A NÃO DESFILOU | GRUPO A NÃO DESFILOU |
1990 | Av. Rio Branco | Feliz Lembrança | Alegria de viver |
1991 | Não houve Desfiles | ||
1992 | Não houve Desfiles | ||
1993 | Não houve Desfiles | ||
1994 | Av. Rio Branco (Sport) | Real Grandeza | Estrela de Real Grandeza |
1995 | Av. Brasil (Terreirão) | Real Grandeza | Vim, venci e fiquei |
1996 | Av. Brasil (Terreirão) | Unidos do Ladeira | Por que hoje é sábado |
1997 | Av. Brasil (Terreirão) | Partido Alto | Luiz Gonzaga, o Rei do Baião |
1998 | Av. Brasil (Terreirão) | Unidos do Ladeira | O berço da liberdade |
1999 | Não houve Desfiles | ||
2000 | Av. Rio Branco | Real Grandeza | Voltei aqui é meu lugar |
2001 | Av. Rio Branco | Unidos do Ladeira | Quem comeu, comeu, quem não comeu não come mais |
2002 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | Atlântida, continente perdido |
2003 | Av. Rio Branco | Turunas do Riachuelo | Ogum, o que veio da África |
2004 | Av. Rio Branco | Unidos do Ladeira | Sou carnaval, sou amor, sou Mangueira sim senhor |
2005 | Av. Rio Branco | Juventude/Real Grandeza/Ladeira | Carnaval do povo no mundo dos astros/Jorge, o mais Amado do BR/RJ: aqui cheguei primeiro |
2006 | Av. Brasil | Turunas do Riachuelo | A Ópera Negra |
2007 | Av. Brasil | Turunas do Riachuelo | Nóis é mineiro de Minas Gerais, uai |
2008 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | De uma rainha lusitana aos delírios no país tropical Dona Maria, a 1ª louca do Brasil |
2009 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | Do Caminho do ouro a paisagens dos sonhos: Ibitipoca a natureza em eterno movimento |
2010 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | Por que hoje é sábado (redição 1996) |
2011 | Av. Brasil | Mocidade Alegre | Quem é você... No palco da folia exaltamos as máscaras que nos |
2012 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | Clara, Clareia, Clareou… 70 anos da guerreira |
2013 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | Só ando em boa companhia, com meu violão, minha canção e a poesia: Vinicius de Moraes |
2014 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | Revolução Farroupilha: A saga de coragem do povo rio-grandense |
2015 | Av. Brasil | Unidos do Ladeira | Ladeira abre os portões da imaginação e viaja com você nesse mundo encantado |
2016 | Não houve Desfiles | ||
2017 | Parque de Exposições | Real Grandeza | O Circo (Reedição 1974) |
2018 | Não houve Desfiles | ||
2019 | Não houve Desfiles | ||
2020 | Não houve Desfiles | ||
2021 | Não houve Desfiles | ||
2022 | Não houve Desfiles | ||
2023 | Av. Brasil (Ladeira) | Real Grandeza | Eu quero voltar ser a criança... e ser feliz outra vez... |
2024 | Av. Brasil | Mocidade Alegre de São Mateus | Sou inocente, sou irreverente sou Mocidade, o sorriso dessa gente |
2025 | Não houve Desfiles | ||
2026 | Av. Francisco Bernardino | Real Grandeza | Eterna lua de Real Grandeza: encantos e segredos sob a luz do luar |
ANO | LOCAL | CAMPEÃ | ENREDO |
2000 | Av. Rio Branco | Rivais da Primavera | Brasil, terra de todos nós |
2001 | Av. Rio Branco | ||
2002 | Av. Rio Branco | Acadêmicos do Manoel Honório | Tainacã...a grande estrela na lenda da floresta encantada |
2003 | Av. Rio Branco | Partido Alto | O sonho de uma noite de Carnaval |
2004 | Av. Rio Branco | Rivais da Primavera | Pernambuco, Leao do Norte |
2005 | Av. Rio Branco | Águia de Ouro | Criador e criatura no encontro divinal: a Águia de Ouro homenageia os gênios do Carnaval |
2006 | Av. Brasil | Vale do Paraibuna | Omi, a criação do mundo na tradição iorubá: acima de Deus nada, abaixo de Deus, água |
2007 | Av. Brasil | Mocidade Independente do Progresso | Cidadão brasileiro: a mistura das três raças |
2008 | Av. Brasil | União das Cores | Olha só o que é que deu... |
2009 | Av. Brasil | Partido Alto | Quer vinho?... Vem! |
2010 | Av. Brasil | Mocidade Alegre de São Mateus | De medico e louco... todo mundo tem um pouco |
2011 | Av. Brasil | Feliz Lembrança | Elke Maravilha: Russa que fada brilha, a mineira de Itabira |
2012 | Av. Brasil | Turunas do Riachuelo | A, E, I, O, Urca (Reedição 1978) |
2013 | Av. Brasil | Juventude Imperial | Aqualtune: uma princesa negra no quilombo dos Palmares, Exemplo de resistência, esperança e liberdade |
2014 | Av. Brasil | Feliz Lembrança | Feliz Lembrança comemora seus 75 anos de história, homenageando o Carnaval de Juiz de Fora |
2015 | Av. Brasil | Mocidade Alegre de São Mateus | A família Mariano Procópio cai no samba e se encanta com a própria história |
2016 | Não houve Desfiles | ||
2017 | Parque de Exposições | Unidos das Vilas do Retiro | Juiz de Fora Opus: A Manchester Mineira, 50 anos de alegria no carnaval, sua história, eu me lembro, casos e curiosidades |
2018 | Não houve Desfiles | ||
2019 | Não houve Desfiles | ||
2020 | Não houve Desfiles | ||
2021 | Não houve Desfiles | ||
2022 | Não houve Desfiles | ||
2023 | Av. Brasil (Ladeira) | União de Santa Luzia | Exaltação aos grandes carnavais da zona sul |
2024 | Av. Brasil | Partido Alto | Patakori Agbara Irin. Patacori a força do ferro |
2025 | Não houve Desfiles | ||
2026 | Av. Francisco Bernardino | Unidos do Ladeira | Austeridade, competência e amor: Tarcísio Delgado, o Ladeira canta o seu valor |
O Carnaval de Juiz de
Fora tem raízes profundas na história da cidade, passando por diferentes fases,
desde os primeiros tempos do Entrudo até os grandiosos desfiles das Escolas de
Samba. Os primórdios do Carnaval remontam à fundação do povoado em 1820, com a
prática do Entrudo. Apesar das brincadeiras, o entrudo foi criticado pela
mídia, levando ao seu fim em 1889.
Em 1966, ocorreu o primeiro desfile
oficial do Carnaval, marcando o início da rivalidade entre as Escolas de Samba. A década de 1970 marcou a retomada da força das Escolas e blocos, levando o
Carnaval a ser reconhecido nacionalmente.
O ápice ocorreu em 1982, quando o
Carnaval de Juiz de Fora foi considerado o terceiro melhor do país e o melhor
de Minas Gerais. No entanto, a partir de 1984, a festa enfrentou mudanças
significativas, com o declínio gradual devido a crises internas, falta de apoio
e mudanças no formato dos desfiles.
O declínio foi evidente em 1988, quando
a falta de verbas levou à ausência de desfiles do primeiro grupo. Entre 1989 e
1992, o Carnaval sofreu descaso do poder público, perdendo atratividade para
turistas e moradores locais. Em 1993, as Escolas organizaram um desfile não
oficial, marcando o retorno da premiação pela imprensa local.
Em 1994, houve tentativas de lidar com
a crise, mas as Escolas tiveram que buscar recursos por conta própria. Em 1999,
devido a dificuldades financeiras, as Escolas não desfilaram, sendo
substituídas por um Carnaval popular alternativo.
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| Foto: Blog Maria do Resguardo |
Em 2004, houve o resgate do Concurso de Fantasias e inovações, como o Baile Oficial. Em 2005, a prefeitura planejava mudanças para o Carnaval de 2006, incluindo a criação de um sambódromo.
A partir de 2006, o Carnaval enfrentou mudanças no formato, incluindo desfiles de Escolas mirins e alterações no local do desfile. O custo para a prefeitura aumentou, e a festa continuou a se adaptar às condições financeiras e sociais.
O Carnaval de Juiz de Fora passou por altos e baixos, enfrentando desafios econômicos e mudanças estruturais, mas continua a ser um evento significativo na história da cidade.
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